Fauna

Pesquisa sobre a fauna do Parque do Basalto

O Parque do Basalto é frequentemente utilizado por estudantes da Uniara para pesquisa de iniciação científica e trabalhos de conclusão de curso.

A fauna do parque é estudada desde 2004 e a preocupação é sempre gerar subsídios para a preservação e educação ambiental.

Número de aves

Um dos trabalhos realizados no parque foi um levantamento no número de aves que passam pelo local. Foram encontradas 75 espécies de aves frequentadoras e outras nove foram avistadas apenas sobrevoando.

O trabalho foi realizado em 2005 pelos alunos do curso de Ciências Biológicas da Uniara, Alexandre Uehara do Carmo, Amanda P. Ucci, Daniela Fernandes, Guilherme F. Frare, Haroldo Cesar de Oliveira e João Henrique Barbosa.

O projeto foi orientado pelo professor Marcelo N. Schlindwein e contou com a ajuda da bióloga Mariana C. Mello, graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - UFMS e que auxiliou os alunos no reconhecimento das aves pelo canto e no registro fotográfico do trabalho.

As informações sobre a comunidade das aves do parque é um importante bioindicador para a manutenção e preservação ambiental, além de servir como ferramenta para a implantação de programas de educação ambiental.

Veja o trabalho completo em PDF.

Dieta da Coruja

Os mesmo alunos, juntamente com Daniel Pizzaia, também realizaram no Parque do Basalto um estudo sobre a dieta a coruja-buraqueira. Eles coletaram amostras de pelotas de regurgitação entre janeiro de 2004 a janeiro de 2006.

A coruja-buraqueira é uma ave predadora de hábitos noturnos e crepusculares com uma dieta diversificada, desde invertebrados a pequenos vertebrados.

O objetivo do trabalho foi comparar os hábitos de corujas que habitam o ambiente rural e urbano de Araraquara. A análise forneceu importantes dados sobre as condições de degradação ou conservação de diferentes ambientes, já que essa espécie tem uma ampla distribuição e uma grande capacidade de se adaptar.

Predação de ninhos

Em 2006, os alunos de Ciências Biológicas da Uniara João Henrique Barbosa, Alexandre Uehara do Carmo, Haroldo Cesar de Oliveira, Daniel Pizzaia e Luiz Henrique Montesino fizeram experimentos com ninhos artificiais para identificar possíveis fatores ambientais que influenciam na predação de ninhos naturais.

Foram confeccionados e distribuídos noventa ninhos em trinta pontos, cada um contendo um ovo de codorna. Os ovos foram deixados por catorze dias nos ninhos e foram monitorados em intervalos de sete dias para detecção de predação.

A taxa de predação geral foi de 75,5% e os alunos concluíram que as aves que fazem ninhos neste parque sofrem uma grande pressão predatória, o que influencia no sucesso reprodutivo.

Macroinvertebrados aquáticos

Os alunos André Jóia e Caio Beatrice, ambos do curso de Ciências Biológicas, desenvolveram em junho de 2006 estudo dos macroinvertebrados aquáticos de córregos do Parque do Basalto.

O trabalho foi orientado pelo Prof. Dr. Juliano José Corbi, da disciplina de Zoologia de Invertebrados.

O objetivo do estudo é contribuir para um maior conhecimento da fauna local e gerar informações para que sejam estabelecidas estratégias de conservação das espécies locais e incluir esses organismos aquáticos como parte integrante de atividades de educação ambiental no parque.

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