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Comunicado: Prorrogação da suspensão das aulas (COVID-19) - 26/03/2020

A Reitoria desta Universidade resolve:

Renovar a suspensão de todas as atividades teóricas e práticas dos cursos presenciais, estendendo-a para até o dia 11 de abril de 2020, com exceção do Internato do Curso de Medicina, Módulo 12, pois, a pedido do Ministro da Saúde tais estudantes deverão estar em prontidão.

Clique aqui e leia na íntegra o comunicado oficial da reitoria da Instituição.

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Comunicado: Orientação do Procon referente a mensalidade de escolas (COVID-19) - 21/03/2020

Prezados alunos,

Procon orienta que mensalidade de escolas sejam pagas mesmo durante suspensão das aulas por causa do coronavírus.

Clique aqui e confira a reportagem na integra.

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Comunicado - Suspensão das atividades do internato médico (COVID-19) - 19/03/2020

A Reitoria desta Universidade resolve:

1. Suspender todas as atividades do Internato Médico dos Módulos 9, 10 e 11, por 10 (dez) dias prorrogáveis, a partir de segunda-feira dia 23/03/2020, com plano de reposição para cada dia letivo.

2. Manter as atividades do Internato do Módulo 12, recomendando que os internos possam ser recrutados para áreas de maiores demandas dentro ou fora do Hospital de Ensino, se assim for necessário.

Clique aqui e leia na íntegra o comunicado oficial da reitoria da Instituição.

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Nota sobre atividades domiciliares (COVID-19) - 17/03/2020

Em virtude da excepcional suspensão temporária das aulas, serão apresentadas aos estudantes atividades pedagógicas em regime especial de exercícios domiciliares, que permitirão a continuidade das atividades acadêmicas, fundamentados em determinações do MEC para esse momento.

Portanto, a partir da próxima semana, cada Coordenador de Curso enviará a seus alunos todas as informações necessárias à implementação das atividades domiciliares.

Clique aqui e leia na íntegra a nota oficial da reitoria da Instituição.

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Comunicado Urgente - Suspensão das aulas (COVID-19) - 16/03/2020

O posicionamento da Uniara frente às medidas preventivas sobre a pandemia COVID-19 está baseado nas evidências que nos vem sendo trazidas pelos órgãos de controle de saúde governamentais. As autoridades da Saúde preconizam que a suspensão de atividades coletivas é a melhor alternativa para “achatar” a curva epidemiológica da contaminação.

Assim sendo, a Uniara informa que todas as atividades teóricas e práticas dos cursos presenciais estão suspensas do dia 16/03/2020 ao dia 28/03/2020, com exceção dos estágios do 4º ano do Curso de Enfermagem e o Internato do Curso de Medicina, pois, tais profissionais, a pedido do Ministro da Saúde, deverão estar em prontidão.

Clique aqui e leia na íntegra o comunicado oficial da reitoria da Instituição.

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UNIARA

Pesquisa indica estado nutricional de internos do asilo de Araraquara

Janaína de Castro
4º ano de Jornalismo

O estado nutricional dos idosos residentes no Asilo de Mendicidade de Araraquara não é o ideal por causa de fatores inerentes às suas condições físicas e sociais e à falta de voluntários que os auxiliem durante as refeições. A conclusão é de uma pesquisa de iniciação científica realizada pelas alunas Aline do Prado Marcatto, Gislaine Cristina Agustoni e Carolina Dutra Picanço, do 4.º ano do curso de Nutrição da Uniara, supervisionadas pela professora mestre Rita de Cássia Garcia. Participaram da pesquisa 61 pessoas, sendo 37 mulheres e 24 homens, com idade entre 60 e 98 anos.

A orientadora Rita de Cássia Garcia explica que a pesquisa foi realizada apenas com os idosos que andavam, já que o fato de estar acamado interfere na verificação de peso e altura, medidas necessárias para a obtenção do índice de massa corporal (IMC). De acordo com os resultados da avaliação, 57,8% dos homens e 51,4% das mulheres apresentaram índices de obesidade e sobrepeso; já o baixo peso foi verificado em 20% das mulheres e 15,7% dos homens acima de 80 anos.

Rita explica que era esperado um índice maior de baixo peso, por ser característica normalmente encontrada em asilos. A preponderância de baixo peso em indivíduos acima de 80 anos é justificada pelo fato de idosos nessa faixa etária requererem maiores cuidados na alimentação e apresentarem alta incidência de patologias associadas. “Patologias como hipertensão e diabetes foram encontradas em 60% dos homens e 42% das mulheres, além de uma alta incidência de demência e Mal de Parkison, o que dificulta a alimentação”, diz. Além disso, a maioria não tem dentes ou possui próteses mal ajustadas, o que os impede de comer alimentos duros, dando preferência a sopas, que muitas vezes têm valor calórico insuficiente.

Segundo a professora, a pesquisa também identificou dados que não estavam previstos, mas influenciam a alimentação, como a situação social dos idosos. “As dificuldades para se alimentar acabam resultando em um alto grau de deficiência nutricional, pois a maioria treme e demora, deixando o alimento gelar, e não come mais", diz.

Outros fatores que influenciam na perda de apetite do idoso é a depressão, a perda de entes queridos, a redução ou perda da autonomia, o isolamento social e o declínio das funções sensoriais da visão, olfato e paladar. Além disso, como o asilo é uma instituição que depende de trabalho voluntário, conta com uma quantidade insuficiente de funcionários, o que os impede de dar uma maior assistência aos idosos.

Quadro Explicativo: Consumo alimentar

O segundo objetivo da pesquisa foi avaliar o consumo alimentar dos idosos residentes no asilo de Araraquara. Rita de Cássia explica que essa avaliação é feita, normalmente, com um relatório de freqüência, em que o avaliado descreve o que comeu em cada uma das refeições. Nesse caso, o método não foi possível, já que a alimentação é padronizada e a maioria não tem boa memória. “A única maneira de analisar o consumo alimentar dessas pessoas foi pesando cada alimento oferecido no prato e, após o consumo, pesar as sobras, para saber quanto cada um consumiu”, explica.

Foram analisadas as refeições servidas no café da manhã, almoço e jantar durante duas semanas consecutivas para determinar a média. Os resultados indicam que a quantidade calórica diária consumida pelos idosos fica entre 1,3 mil e 1,6 mil calorias, o que está próximo ao ideal e justifica a pouca incidência de baixo peso. No entanto, ocorre uma má distribuição dos nutrientes, visto que o asilo, como toda entidade filantrópica, vive de doação, que não é fixa e não atende a todas as necessidades de alimentos.

Os idosos recebem, diariamente, café-da-manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e um copo de leite antes de dormir. Isso indica, segundo Rita, que a alimentação dessas pessoas não está prejudicada em quantidade.

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