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Alunos de Design Digital da Uniara desenvolvem prototipação de anel que abre porta como parte de projeto de automação residencial

Publicado em: 03/12/2020

Os estudantes do terceiro ano do curso de Design Digital da Universidade de Araraquara – Uniara, Gabrielly Vicente Martins Pastor e Leonardo Corbi, desenvolveram o projeto “Automação residencial com design vestível” na disciplina de Materiais e Processos Industriais, ministrada pela professora Adeline Gil.

“Esse trabalho é o início da criação de projeto para automação residencial. Nele, fizemos um anel de resina com uma antena Radio Frequency Identification - RFID (em português, Identificação por radiofrequência) em seu interior. Ela, ao entrar em contato com o leitor RFID, manda um sinal a ele que, conectado a um micro controlador, envia um sinal a um micro servo motor acoplado a uma trinca de porta, fazendo-a abrir com a aproximação do anel. Nós mesmos fizemos essa trinca como um protótipo para a demonstração e teste de como funcionaria, e o anel de dedo, por enquanto, tem essa única funcionalidade. Concluímos esse projeto com uma primeira prototipação, que iremos aperfeiçoar futuramente”, explicam os alunos.

A maior relevância social, de acordo com eles, “está na documentação do processo, que ajudará outras pessoas, makers e designers a conseguirem reproduzi-lo, adaptá-lo e melhorá-lo cada vez mais”. “O projeto, por enquanto, não pode ser adquirido, visto que está em fase de prototipação. Estamos testando ferramentas, designs e tecnologias que melhor se encaixam com o trabalho”, reforçam Gabrielly e Corbi, mencionando que “isso demora anos para chegar ao mercado e ser vendido, pois as matérias primas e as tecnologias para se fazer isso em larga escala são muito caras”.

Adeline conta que a dupla trabalhou tanto no hardware quanto no software do projeto. “A disciplina de Materiais e Processos Industriais aborda um pouco da cultura maker, que é essa cultura de fazer, documentar o processo e compartilhar como se faz. O projeto da Gabrielly e do Leonardo realmente se destacou por envolver diversos processos de fabricação, desde a modelagem e fundição até elementos de eletrônica, sendo um bom exemplo de como o designer atualmente precisa ter habilidades em diversos meios para poder não apenas demonstrar, mas realmente desenvolver suas soluções”, destaca.

O produto criado pelos graduandos “é um sistema totalmente sintonizado com as tecnologias de uma ‘nova revolução industrial’, que envolve, por exemplo, dados em nuvem, Internet das Coisas, objetos vestíveis e código aberto, além de colaboração e prototipagem como processo, entre outros aspectos”. “Na cultura do ‘faça você mesmo’, existe o fazedor de ‘raiz’, uma pessoa acostumada a produzir soluções com materiais disponíveis em qualquer oficina, desde martelo até uma furadeira. Na cultura maker, não basta fazer: existe esse compromisso de manter a informação circulando de forma aberta - open design, open source -, e essa ação é apoiada por uma rede de pessoas e de espaços tanto online quanto físicos, os chamados ‘espaços maker’”, esclarece a docente.

Por sua vez, nesses espaços, de acordo com ela, existem ferramentas básicas para prototiparem soluções, como cortadora a laser, impressora 3D, materiais para modelagem, fundição e outras máquinas controladas por computador. “São espaços que favorecem a inovação, o aprendizado, a colaboração e a autonomia. Na disciplina, optamos por utilizar a cortadora a laser no projeto final. O desafio de criação foi pensar o desenho do objeto a ser cortado no espaço bidimensional - uma chapa de MDF, acrílico ou outro material, por exemplo - e sua forma de encaixe para formar um objeto tridimensional”, detalha Adeline.

A professora comenta que, como muito do processo inicial é obtido em plataformas de designs abertos – “com códigos abertos para o design, para baixar -, o trabalho final incluiu fazer uma postagem na internet do projeto desenvolvido dentro da disciplina, no formato de um tutorial, mostrando o processo de design desde as primeiras ideias até o protótipo ou produto final”. “Outros exemplos de objetos criados por alunos este ano foram suporte para celular, notebook e headset, objetos de decoração, sistemas de embalagens e pequenos móveis, entre outros”, finaliza.

Mais detalhes sobre o projeto “Automação residencial com design vestível” estão disponíveis no link https://bit.ly/3lBHf3y. Informações sobre o curso de Design Digital da Uniara podem ser obtidas no endereço www.uniara.com.br ou pelo telefone 0800 55 65 88.

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