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Jovens relatam experiências de intercâmbio no exterior

Por: JULIANE APARECIDA MIRANDA

14/10/2015

Muitos alunos ou, até mesmo, pessoas que possuem diplomas de ensino superior, buscam o intercâmbio para aprimorar seus conhecimentos e, assim, agregarem mais valor em seu currículo, tendo um diferencial no mercado de trabalho.  Dois jovens de Nova Europa (SP) , relatam a experiência vivenciada por eles ao fazerem intercâmbio no exterior.

Rafael Teixeira, estudante de Engenharia Mecânica na Universidade Federal do Triangulo Mineiro (UFTM), por exemplo, teve a oportunidade de fazer seu intercâmbio, através do programa Ciência sem Fronteiras. Ele se inscreveu e passou por dois processos de seleção. Quando foi aprovado, sua primeira opção foi Portugal, porém ao ser remanejado para outro país, ele escolheu os Estados Unidos, e logo foi selecionado para ficar na Universidade de Wisconsin em Milwaukee (EUA), durante um ano e quatro meses.

Como ele não falava o idioma do país de destino, ele cursou, nos quatro primeiros meses, o curso de idioma e, após esses meses de adaptação, cursou parte dos seus estudos (Engenharia Mecânica) até o fim do intercâmbio. “A primeira sensação de estar morando fora foi o medo, porém aquele medo bom, pois eu sabia que mesmo longe de toda minha família e amigos, eu esta em um país novo, uma cultura nova e iria conhecer pessoas novas e, até mesmo, ter uma família nova. Aprendi muitas coisas, desde a dar mais valor em nossas raízes, ter saudade e a respeitar as diferenças. Digamos que o maior aprendizado é um conjunto de todas essas experiências vividas”, enfatiza Teixeira.

“Em relação aos brasileiros que foram junto comigo, procurei conviver muito bem com todos eles e, assim, construímos uma família, sempre um ajudando o outro. Em relação aos estrangeiros, foi muito bom conhecer outras etnias como: árabes, japoneses, sul coreanos, turcos, americanos, latinos, entre outras. No começo, a dificuldade com o domínio da língua me atrapalhou muito, pois eu me sentia inseguro, mas após certo tempo, tudo ficou normal e a insegurança passou. O maior foco do programa é qualificar os estudantes para que possamos ter um maior desenvolvimento em nossas áreas de estudo”, complementa .

Andres Firmino, formado em Sistemas de Informação, é outro exemplo. Ele afirma que a ideia do intercâmbio surgiu com a necessidade de atualização exigida pelo mercado, pois, para os trabalhos mais importantes e de melhor remuneração em qualquer área, é necessário o inglês fluente. “Dessa forma o profissional que tenha o inglês em seu currículo tem mais chances de sucesso na sua vida profissional do que uma pessoa que não possua”, observa.

Há menos de uma semana, ele foi para Galway na Irlanda e seu intercâmbio tem duração de seis meses. Além disso, seu visto de estudo também lhe dá direito de trabalho com 20 horas semanais. “Caso eu consiga algum trabalho aqui, pretendo ficar mais tempo com o dinheiro que ir ganhando no novo emprego”, afirma.

“A convivência com pessoas diferentes é desafiadora, pois, te coloca em situações que você tem que se adaptar e buscar soluções para levar uma vida normal. Está sendo uma experiência fantástica conhecer outro país, outros costumes, outra língua. Aprendemos muito quando estamos diante de outra realidade de vida. A primeira sensação que senti foi de alegria por estar viajando e, também, de insegurança de saber se vai dar certo ou não. Não é fácil abrir mão da comodidade de família, amigos e do país onde eu vivia para tentar a vida em um ambiente totalmente diferente, mas quem quer fazer um intercâmbio, tem que encarar como se fosse um investimento na sua vida pessoal e profissional”, complementa Firmino.

Teixeira terminou seu intercâmbio em dezembro do ano passado e, Firmino acabou de começar. Um fez através do programa Ciência sem Fronteiras e o outro através de uma agência, mas, ambos têm o mesmo significado de aprendizado e, principalmente, extracurricular, para aqueles que procuram outro meio de vida e de aprendizado, esta é uma ótima dica.

Publicada em 14/10/2015 às 19h55.



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