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Esteticista diz que medicamentos antienvelhecimento não ajudam

Por: TAIANA ALINE VASSOLERI

10/10/2012

A eterna busca pela juventude se tornou uma prioridade na vida dos brasileiros vaidosos. A medicina avançada atualmente gerou produtos e estratégias que asseguram uma pessoa a viver mais tempo e a retardar o envelhecimento.

Quanto aos seus efeitos há sempre divergências de opiniões, os que acham que a evolução não preparou o corpo humano para resistir mais que certo tempo e os que acham que se a ciência conseguir combater as doenças, a longevidade do homem não terá limite.

Embora os avanços da medicina permitam esticar um pouco mais a esperança de vida, vencendo doenças, até agora incuráveis, os corpos continuam se degenerando. “Nenhum medicamento do mercado é capaz de frear o envelhecimento, nem sequer os famosos antioxidantes ou o hormônio do crescimento e que, inclusive, podem ser nocivos para a saúde”, diz a esteticista Fernanda Mendes, de Matão(SP). “A luta que o homem manteve para encontrar a imortalidade, ou pelo menos a maior longevidade possível, em um combate contra o envelhecimento foi através da ciência”, completa.

A dona de casa Joana Assunção diz que, há pelo menos oito anos, toma um medicamento a base de hormônio e, até hoje, não sentiu nenhum efeito colateral. “Eu tomo esse medicamento há muito tempo para evitar alguns sofrimentos com a menopausa e colaborar para que não ocorra tão rápido essa etapa na vida”.

Já a estudante Gabriela Paris conta que consome medicamentos a base de colágeno e vitaminas voltados para pele. “O medicamento que consumo é a base de colágeno e contém várias vitaminas que ajudam a evitar rugas futuras, sinais de cansaço e deixa a pele com uma umidade natural dela própria”.

De acordo com Fernanda, estas panacéias contra o envelhecimento, os antioxidantes, hormônios ou derivados de vitaminas, não só não têm nenhuma eficácia comprovada, como ainda podem ser perigosas para a saúde. “Há estudos que mostram uma existência na relação dos antioxidantes e o aumento de certos tipos de câncer como o de próstata. E também referente aos hormônios de crescimento consumidos por jovens e adolescentes, destacam-se os efeitos colaterais como desenvolvimento de diabetes, hipertensão ou câncer”, diz a esteticista.



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