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Amor Exigente completa um ano de atuação em Ibitinga

Por: DEBORA CAMARGO

24/05/2011

O grupo Amor Exigente(AE)está presente em Ibitinga (SP), desde o dia 30 de abril de 2010 e completou em 2011 um ano de atuação.

Na cidade, o programa foi introduzido através da comerciante e atual coordenadora do AE de Ibitinga, Andreza Munhoz Muqueti, e do psicólogo Alfredo Saidney Junior.

As reuniões do AE, em Ibitinga, recebem em média 60 pessoas por semana.

“Os resultados obtidos pelo grupo durante um ano de AE foram muito otimistas e nos surpreendeu”, afirma Andreza. Ela relata que em 2010 durante uma palestra para formar divulgadores do AE estiveram presentes 150 pessoas, sendo que 110 se inscreveram para o curso de capacitação que tem duração de 15 semanas e visa preparar o voluntário para a realização de palestras nas reuniões que acontecem todas as semanas na cidade.

“Os resultados do programa são visíveis, muitas pessoas que entraram no grupo para participar das palestras já se tornaram voluntárias,pararam de reclamar dos outros e mudaram suas vidas radicalmente.É nítido vê-los livres de cobranças, culpas e perceber que não buscam mais o problema nos outros, mas resolver todos a partir de si mesmo”, diz.

Foco

O AE de Ibitinga trabalha com foco em três diferentes salas e áreas familiares e cada indivíduo é orientado e sensibilizado de acordo com suas necessidades.

A sala da "Sobriedade" trabalha com pessoas que pararam ou estão tentando parar de usar drogas. A sala dos "Jovens" trabalha com adolescentes acima de 12 anos ensinando princípios éticos e morais e prevenindo princípios errados.

Existe também o "Amor Exigentinho" que é a sala das crianças onde são aplicados princípios e valores éticos.

De acordo com Andreza, nos cursos de prevenção com o programa AE, os participantes são estimulados a reverem seu comportamento através de uma reflexão comportamental e perceberem como suas próprias mudanças podem ajudar na formação do caráter daqueles que os rodeia. ”Não adianta querer mudar o mundo e apontar problemas buscando o erro nos outros, primeiro é preciso mudar a nossa forma de ver o mundo para achar as soluções para o problema, mesmo que o filho não participe a família não deve desistir, pois ela é o espelho para os filhos e a sociedade”, ressalta.

A coordenadora do grupo AE de Araraquara (SP) e coordenadora Regional da Central Araraquarense, Maria Lúcia de Oliveira Gil , está no AE há 16 anos juntamente com seu marido e destaca a importância do programa na sociedade através de uma aprendizagem pessoal.“Eu e meu esposo conhecemos o AE, com nossos filhos ainda pequenos, porém tínhamos muitas divergências e dúvidas na educação: quando falar sim ou não, como colocar limites, como trabalhar a ética e a falta de religiosidade, tínhamos nossas raízes, nossos valores, mas, ouvíamos muito que o mundo mudou, que não se pode dizer não para a criança e que ser esperto é levar vantagem ".

“Isto nos incomodava e, ao mesmo tempo nos deixava sem ação para as mudanças que achávamos necessárias, mas conhecendo e vivenciando os princípios do AE,fomos nos acertando,falando a mesma língua, nossas preocupações foram se dissipando e,hoje, com nossos filhos adultos, temos certeza de que acertamos que o AE dá certo e queremos passar nossa experiência a outros pais na esperança de um futuro com mais tranqüilidade, maior liberdade e, conseqüentemente, mais felicidade”,completa.

“Através do AE, eu e meu esposo aprendemos a lidar com nossos filhos, aprendemos que somos uma autoridade dentro da família, assumimos nosso papel de pais, colocando limites e respeitando as diferenças com muito amor que exige,orienta e educa”, enfatiza Maria Lúcia.

A comerciante Vanda do Prado Farinelli, é umas das participantes do AE de Ibitinga. Ela relata que o AE foi muito mais do que um programa de auto-ajuda em sua vida. “O AE, foi um porto seguro, eu estava me sentindo perdida quanto a questão da separação do meu filho com sua namorada, não sabia como orientar, cheguei a ficar depressiva, sem horizontes.Foi neste momento que conheci o AE, através da programação da Rede Vida e hoje me sinto como uma ferramenta que tem o poder de transformar a vida do próximo com orientação e amor”, destaca.

De acordo com Mária Lúcia, atualmente o AE conta com 10 mil voluntários, que realizam aproximadamente 100 mil atendimentos mensais por meio de reuniões, cursos e palestras. "São 536 grupos no Brasil, dois na Argentina,um no Peru e nove no Uruguai,além de 350 grupos em fase experimental e 249 subgrupos de Jovens na Sobriedade", finaliza.

Saiba o que é o AE

O AE é um programa de ajuda mútua que desenvolve preceitos para a organização familiar através de doze princípios básicos e éticos onde o individuo é sensibilizado a mudar o rumo de sua vida e do mundo a partir de si mesmo.

O AE surgiu no Brasil no ano de 1984 através do padre norte-americano Haroldo Joseph Rahm, que veio ao Brasil a pedido de seu superior para ajudar os brasileiros mais excluídos em nosso pais. Não demorou muito, percebeu que entre os que mais precisavam de ajuda estavam os bêbados e drogados, gente tratada como louca ou vagabunda e sem nenhuma chance de recuperação.

Há 26 anos o AE atua dando suporte, apoio e orientação aos familiares de dependentes químicos e auxiliando essas famílias a reconquistarem a paz e harmonia em seus lares.

Ao contrário dos outros programas que trazem solução aos dependentes químicos, o AE amplia sua atuação, e convida toda a sociedade a buscar orientação e prevenção contra as drogas e tudo que torne as famílias e os jovens vulneráveis e expostos à violência, ao crime, aos acidentes de trânsito e a corrupção em todas as suas formas.

Fonte:Maria Lúcia de Oliveira Gil - Coordenadora do grupo AE de Araraquara e coordenadora Regional da Central Araraquarense.



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