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Subestação de energia em Araraquara será centro de distribuição nacional

Por: FRANCISCO DE ASSIS BERGAMIM

10/03/2010

Até o final deste mês de março devem ser iniciadas as obras de construção de uma subestação de energia elétrica em Araraquara. O complexo receberá a energia gerada pelas Usinas de Jirau e Santo Antonio, no Rio Madeira, em Rondônia, por um linhão de 2.375 quilômetros, um dos maiores do mundo, sem nenhuma outra subestação no caminho. A transmissão será em corrente contínua.

A subestação, que será uma das maiores do Brasil, terá ainda interligação com as linhas da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista - CTEEP e FURNAS Centrais Elétricas SA, já existentes na cidade e que serão ampliadas. O sistema em Araraquara será responsável por aumentar a disponibilidade de energia elétrica para consumo no Sul e Sudeste do país.

Durante a construção serão gerados mil empregos em uma obra que terá a dimensão de um milhão de metros quadrados. A previsão é que a construção dure um ano e meio. O investimento para a construção da subestação será de R$ 750 milhões.

Entretanto, quando estiver em funcionamento, previsto a partir de fevereiro de 2012, serão empregados apenas dez técnicos. Informações desencontradas da Secretaria de Estado da Fazenda e do grupo empresarial que está implantando a subestação Araraquara 2, não deixam claro se a cidade será beneficiada com a arrecadação de tributos.

Diretores da Araraquara Transmissora de Energia SA, empresa responsável pela exploração do serviço público de transmissão de energia elétrica criada pela Eletrobrás para gerir o sistema, declaram que a operação de distribuição de aproximadamente 3.250 megawatts de energia elétrica gerará um faturamento em torno de R$ 2,5 bilhões.

Como a arrecadação do ICMS será feita na sede da geradora da energia, ou seja, em Porto Velho, no estado de Rondônia, Araraquara seria beneficiada no valor adicionado do imposto, que giraria, em índices atuais, um repasse entre R$ 30 milhões a R$ 90 milhões ao município, segundo informações dos diretores da empresa.

Já informações colhidas junto à Secretaria de Estado da Fazenda, Araraquara só seria beneficiada pelo valor adicionado do ICMS se houver a venda da energia elétrica pela subestação. Se ocorrer apenas a interligação para a distribuição da energia, não haveria então a comercialização, portanto, sem arrecadação alguma de tributos.

Está sendo aguardada a concessão, pelo IBAMA (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis), da licença para instalação do empreendimento, para o início das obras, o que deve ocorrer nos próximos dias.

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