Ageuniara

Escritor Pedro Bandeira já vendeu 9,7 milhões de livros infanto-juvenís

Por: ÉRICA PATRICIA RODRIGUES DOS ANJOS

12/09/2007

O escritor Pedro Bandeira esteve em Matão no último dia 30 de agosto em palestra para estudantes de um colégio da cidade. Autor de 75 livros, Bandeira já vendeu 9,7 milhões de exemplares de suas obras, destinadas ao público infanto-juvenil. O enfoque de sua palestra foi educação e psicologia do desenvolvimento.

Pedro Bandeira de Luna nasceu no dia 9 de março de 1942, em Santos, onde se dedicou ao teatro amador. Mudou-se para São Paulo em 1961 para estudar Ciências Sociais na USP. Atualmente reside numa chácara em São Roque. É professor de literatura para o ensino médio e trabalhou em teatro profissional até 1967, como ator, cenógrafo e com teatro de bonecos.

Em 1962, dedicou–se ao jornalismo como redator e editor. A partir de 1972 começou a escrever estórias para as crianças, que foram publicadas inicialmente em revistas. Até que no ano de 1983 passou a dedicar-se exclusivamente a escrever livros infantís e juvenís.

Sua primeira estória publicada em livro, "O Dinossauro fazia au-au", saiu em 1983. É o autor de literatura juvenil com mais exemplares vendidos no Brasil: 9,7 milhões de livros até 2006, além de 11,2 milhões adquiridos pelo governo federal que foram distribuídos às bibliotecas escolares.

Suas obras foram publicadas pelas editoras Àtica, Quinteto, Ojetiva e Rocco.

Andréa Nadai, diretora da escola matonense que recepcionou o escritor disse que a presença de Bandeira entre os estudantes é muito importante para os alunos pois eles se interessam cada vez mais pelo hábito da leitura.

Pedro bandeira afirmou à Ageuniara que só escreve para crianças e adolescentes. "É isso que estudo e é com isso que me preocupo, pois acredito que eles são um público fiel, dinâmico e responsável pelo amanhã", explicou.

O escritor não analisa os hábitos de leitura do seu público porque seu objetivo é fornecer livros agradáveis para, quem sabe, conquistar alguns novos leitores. Considerou que sua vinda a Matão foi "muito gratificante", pois pôde estar em contato direto com seu público.

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