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Greve pode parar campi da USP a partir desta quarta feira

Por: ANA LÍVIA SCHIAVONE

15/05/2007

Funcionários do campus da USP em São Carlos paralisaram suas atividades na manhã da última quinta-feira, dia 10. Um bloqueio no portão impediu a entrada de qualquer pessoa no campus, situação que perdurou por toda a manhã. Os portões só foram liberados após as 12 horas. O movimento grevista reivindica melhorias salariais e protesta contra decretos do governo estadual que, dizem os grevistas, retira a autonomia das universidades estaduais. A partir desta quarta feira, uma greve geral, aprovada em assembléia no dia 10, promete parar os campi da USP.

Após a abertura, os funcionários, professores e alunos contrários à paralisação puderam entrar. Durante o período da tarde houve expediente normal, embora alguns funcionários que não aderiram ao movimento tenham sido dispensados, para não ocasionar atritos com os que participam do movimento. Os campi de outras cidades também pararam.

A reivindicação salarial,definida em Assembléia da Associação dos Docentes da USP (Adusp) é de aumento linear de R$ 200,00 + 3,15% para todos, incluindo funcionários. Na assembléia do dia 10, definiram o dia 16 de maio para o início de uma greve, quando pretendem conquistar as reivindicações da pauta conjunta dos funcionários, estudantes e professores, segundo informações obtidas no boletim do Sindicato dos Trabalhadores da USP (SINTUSP).

Os alunos protestam contra a quebra da autonomia universitária, interpretação que fazem do decreto 51.636, publicado no Diário Oficial no começo de março, que obriga as instituições universitárias paulistas a entrarem no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafem).

A posição dos alunos coincide com a dos professores. Para a Adusp, o governo quer centralizar as decisões político-administrativas tomadas nas universidades. Os universitários também são contra o decreto que veta a contratação de funcionários e professores. O governo do Estado de São Paulo discorda dos estudantes e informou que, apesar de qualquer decreto, as universidades continuam tendo autonomia.

“A reitora Suely Vilela concordou em não punir os estudantes que participaram do movimento, garantiu a construção de novas vagas de moradia estudantil nos campi de São Paulo, São Carlos e Ribeirão Preto”, informou o "USP Online", boletim noticioso da reitoria da USP. Porém os estudantes não desistiram e propõem a continuidade das negociações.

Cesar Schiavone, representante dos funcionários do campus de São Carlos, esclarece que a maioria dos funcionários está lutando pelo reajuste salarial e que a greve prevista para o dia 16 será uma surpresa para todos. “Pelo menos, aqui em São Carlos, ainda temos dúvidas de quantos funcionários e até mesmo alunos e professores vão aderir; temos que esperar a Assembléia para saber como vai ser”, afirma Cesar.

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