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Pesquisadores desenvolvem aplicativo que monitora mosquito transmissor da dengue

Por: CLAUDINEI JORGE FEITOZA JUNIOR

28/09/2016

Pesquisadores do Instituto de Ciências Matematica e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos (SP), estão desenvolvendo um aplicativo para monitorar o mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti.

O aplicativo será usado como uma armadilha, que ajuda a mapear o mosquito femêa, que é o transmissor das doenças, e detectÁ-lo.  O projeto brasileiro está recebendo uma bolsa do governo americano no valor de U$ 500 mil dólares, para as pesquisas em combate as doenças da dengue, zika vírus e chikungunya.

Em entrevista para o site da universidade, um dos pesquisadores do projeto, Gustavo Batista, explicou que o aplicativo funciona como um sensor. ‘’ Isto está mais ou menos relacionado com o número de asas que ele tem, o formato, o tamanho do corpo. Um inseto muito grande como a borboleta tende a bater asas bem devagar. Já um mosquito bate asas 600 vezes por segundo. Então, como diferentes insetos têm frequências, a gente acaba fazendo reconhecimento por essa infomação’’, declarou ao site.

Batista completou dizendo que o aplicativo ainda pode reconhecer outras espécies de mosquitos. ‘’Ele consegue identificar qual a espécie e gênero do inseto. A ideia é conseguir contabilizar isso de modo que essa informação possa depois ser repassada para o usuário”, explicou

De acordo com os pesquisadores, o objetivo é chamar a atenção da população, para que usem o dispositivo e procurem identificar se há a presença do mosquito ou não, e tomem a medidas indicadas.  ‘’ O mais importante, são as pessoas usarem o aplicativo quando sentirem que há o mosquito na região em que estão, seja no trabalho, em casa, ou na escola, isso vai ajudar para que pessoas responsáveis no local, façam as medidas corretas. E fazendo a sua parte, creio que irá reduzir em grande escala as doenças do Aedes Agypti’’, observou um dos organizadores do projeto, Silvio França.

O aplicativo deve ser finalizado em um ou dois anos, e a ideia é que não seja caro, pois os equipamentos são simples e fáceis de encontrar.    

Publicada em 28/09/2016 às 22h51.



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