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COMUNICADO

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Taxa para exame em Maternidade gera polêmica

Por: ALESSANDRO LUIZ BOCCHI

17/09/2003

A solicitação de uma taxa de R$5,00 feita pela Maternidade Gota de Leite de Araraquara (SP) para a realização de exame de ultra-som tem gerado polêmica nos usuários que necessitam desse serviço. Por um lado existe as compreensão por parte de algumas pacientes e por outro a indignação de quem não aceita pagar pelo exame.

Os postos de saúde fazem o encaminhamento dos pacientes para a Gota de Leite onde são agendados os exames.

"Algumas pessoas quando ficam sabendo da taxa se revoltam e nos procuram para fazer suas reclamações", comentou a assistente social, Nancy Fraçoso que atua no SESA (Serviço de Saúde de Araraquara).

Para ela, a cobrança de qualquer serviço realizado pelo SUS (Sistema Único de Saúde) é ilegal. Segundo a assistente, no caso do ultra-som fica difícil acusar a Maternidade, pois a taxa é associada a uma colaboração.

Depois de pagar pelo exame, a dona de casa, Vera Lúcia Romano disse não ter sofrido nenhum tipo de pressão e garantiu que o exame teria sido feito caso o pagamento não fosse realizado.

"A gota de leite pede uma colaboração, mas esta não é obrigatória", afirma.

A diretoria da Maternidade nega cobrar pelo serviço e afirma que o pedido feito aos pacientes é uma contribuição, para melhorias no atendimento e manutenção de equipamentos, não sendo uma obrigatoriedade o pagamento do mesmo.

Um usuário, que preferiu não se manifestar, afirma ser incorreto "solicitar" o valor de R$ 5,00. "Não se deve solciitar ou cobrar nenhum centavo", afirmou

Diante de qualquer irregularidade no serviço de saúde pública o usuário deve informar as autoridades de saúde. A dica para os pacientes que se sentirem lesados e mesmo assim pagarem pelo serviço é de exigir um comprovante ou recibo que poderá ser usado como prova para a abertura de uma sindicância.



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