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Nutricionista de Matão alerta para os perigos da obesidade infantil

Por: CAMILLA CRISTINA DE SOUZA

14/10/2015

Com cada vez mais redes de fast-food abertas e com a pressa da sociedade moderna, alimentar-se em casa com uma refeição saudável está ficando raro. Com isso, o número de crianças e adolescentes acima do peso no Brasil e no mundo aumenta. Segundo informações do site da Fundação Oswaldo Cruz (www.fiocruz.br), cerca de 15% das crianças e 8% dos adolescentes sofrem de problemas de obesidade, e oito em cada dez adolescentes continuam obesos na fase adulta.

O excesso de peso pode provocar o surgimento de vários problemas de saúde como diabetes, problemas cardíacos e a má formação do esqueleto e a obesidade infantil é um grave problema de saúde pública do século XXI, provocada pelo sedentarismo que afeta desde bebês até crianças de 12 anos.

“Eu tenho 15 anos e peso 91 quilos, comecei a ter problemas nos joelhos pelo excesso de peso, sem contar no refluxo e cansaço que sinto. Então, o médico me aconselhou a mudar minha alimentação e fazer algum esporte para perde peso”, afirma a estudante Luiza Pedro, de Matão (SP).

Segundo a preparadora física, Beatriz Campos, as crianças devem ser privadas, até certa idade, do contato com refrigerante, lanches, frituras e afins. Atividade física é um hábito, e precisar ser estimulado em forma de brincadeira, e lembrar que os pais são reflexos para os filhos. Então, é importante incentivar as crianças a deixarem o computador, vídeo game de lado e procurar uma atividade mais ativa", recomenda.

“O número de crianças com problemas de colesterol e diabetes é assustador por serem tão jovens, a obesidade tem vários fatores, além da  má alimentação e a falta de atividade física, mas também fatores genéticos, hormonais, ansiedade e depressão. É necessário informar os pais sobre que tipo de comida eles alimentam seus filhos, ao invés de dar batata frita, dê um legume ou fruta. A grande parte das crianças que atendo, não consomem a quantidade necessária de frutas, legumes e verduras que o organismo necessita para um bom desenvolvimento e isso é preocupante”, finaliza a nutricionista Lais Decol.

Publicada em 14/10/2015 às 20h54.



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