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Nomofobia atinge os jovens de Araraquara

Por: GABRIEL SANTANA CONCEIçAO

07/05/2014

Pesquisas recentes apontam que os jovens se tornam cada vez mais dependentes de aparelhos celulares, caracterizando o problema como uma doença que é chamada de Nomofobia (fobia ou sensação de angústia que surge quando alguém se sente impossibilitado de se comunicar). No Brasil 95% dos jovens se dizem viciados, segundo informações do site Terra.

A procura de pais por solução ao problema tem aumentado na região de Araraquara(SP).Jovens cada vez mais conectados nas redes sociais como Facebook, Twitter, Skype ou a nova sensação o WhatsApp, esquecem os problemas reais, e mergulham, cada vez mais, na tecnologia avançada.

O problema surge quando muitos esquecem que o aparelho é apenas uma forma de comunicação e não melhor amigo e confidente. A comunicação por carta, ou fax e até mesmo por e-mail, perde sua vez entre os jovens que utilizam de aparelhos celulares modernos para estabelecer sua comunicação com aqueles que estão à sua volta.

O medo de ficar sem o aparelho, por questões de segundos, deixa o usuário completamente desnorteado, com uma fobia e sensação de angústia.

Para a psicóloga Letícia Bareato, de 24 anos, de São Carlos(SP), é necessário realizar uma reflexão todos os dias para que não se chegue ao uso extremo. Também é necessária a procura de ajuda quando o comportamento em relação a tecnologia não houver limites, pois, começa a prejudicar a vida pessoal e profissional, seja o estudante perdendo aulas, ou profissional perdendo prazo de entrega de resultados.

De acordo com Letícia, a Nomofobia possui tratamento. “Terapia com um profissional psicólogo, onde será repensado o uso indiscriminado da tecnologia, bem como a forma que pode ser diminuído esse uso”, declara.

O assistente administrativo, Alex Nilton Santos de Oliveira, de 23 anos, de Araraquara(SP), utiliza o seu aparelho para as redes sociais, para se manter informado e atualizado nas informações que acontecem no mundo e apenas para de utilizar o aparelho quando chega a hora de dormir. “Meu pai reclama quando estou na sala, por que estou com o celular sempre digitando, não me considero viciado, apenas atualizado e ligado à tecnologia”, conclui.

A Nomofobia atinge a todas as faixas etárias, mas principalmente, os jovens que estão sempre com um aparelho celular em mãos e a todo o momento, atualizam suas contas nas redes sociais. As reclamações dos pais quanto aos filhos que passam a maior parte do tempo conectado se tornam constantes. “A reclamação dos pais em relação aos filhos, quanto à tecnologia, é a de que eles não desgrudam do celular, prejudicando a vida escolar, a aprendizagem e a socialização tanto em relação à família, quanto aos amigos”, conclui Letícia.



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