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Comunicados Oficiais - UNIARA (COVID-19)

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Centro de Hemodiálise é referencia em Matão e região

Por: PAOLA MORAIS ROCHA GONÇALVES

19/03/2014

Em Matão(SP),o Centro de Hemodiálise é referencia na região. Fundado em 2011 atende 36 pacientes por dia, possuindo ao todo 74 pacientes, sendo 40% da cidade e 60% das cidades vizinhas, como Taquaritinga(SP). O Centro disponibiliza 15 máquinas e uma na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Quando o paciente descobre que irá precisar do tratamento, é feito um trabalho específico. Uma psicóloga entra com o processo expondo todo o tratamento, conversando com o paciente e com a família, para que todos de sintam-se mais seguros e o paciente mais à vontade.

O doente precisa frequentar a clínica três vezes por semana para estar fazendo a hemodiálise tendo a seção, a duração de quatro horas por dia, não sendo permitido a entrada de acompanhantes durante as seções com ressalva de crianças e portadores de doenças mentais.

O tratamento não possui nenhum tipo de gasto financeiro para a família, o sistema de saúde e o convênio cobre todos os gastos. Possuindo um conforto maior, as prefeituras de cada cidade dispõem de meios de transporte da porta de casa do doente até o hospital.

"As restrições é a parte mais incômoda do tratamento", informa Luciana Ferraz Figueira, 29, enfermeira responsável técnica do Centro. "A maior restrição são hídricas e alimentares, podendo ingerir de 400 a 500 ml de líquido por dia, incluindo os alimentos, eles precisam conter uma restrição total de sódio, ou consumindo em quantidades mínimas. Em relação as proteínas da carne vermelha, deve ser sempre mesclado com carne branca.A carambola e frutas ácidas também devem ser evitadas, tudo isso por um bem estar melhor” afirma.

Há cinco anos, um paciente, que prefere o anonimato,faz hemodiálise e ele diz que a sensação é a de estar preso a uma máquina."Sei que a minha vida depende dela, mas se você fizer tudo certo, você vive bem, só precisa ter paciência” lamenta.

A vida de uma pessoa que sobrevive da hemodiálise é bem variável, isso porque depende muito dos cuidados do próprio paciente com ele mesmo, se toma os remédios nas horas certas, uma dieta rígida, um cuidado maior. Por consequência a grande esperança de todos os pacientes é o transplante, porém muitas vezes esse feito não vem de imediato, há pacientes que esperam por mais de 20 anos, como aqueles que conseguiram em uma semana. Sobre esse fato Luciana esclarece que “existe a ordem cronológica, mas além dessa ordem possui a ordem de compatibilidade, por isso existem pacientes que conseguem em poucos dias, passando na frente de quem espera por um rim compatível.”

Com toda uma equipe preparada a sede dispõe de três médicos plantonistas que se revezam, três enfermeiras, uma responsável técnica e duas assistenciais, 18 técnicas de enfermagem, duas funcionárias da limpeza, uma encarregada de faturamento,uma recepcionista, uma psicóloga, uma assistente social e uma nutricionista.

A clínica funciona de segunda-feira à sábado das 6h às 19h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 3383-2500.

Doença nos rins

Hipertensão, diabetes, doença renal crônica, seguindo de infecções renais, nefrites, glomerulonefrites, hereditarismo, infecções urinárias de repetições e obesidade são ocasionadores da doença nos rins.

Fonte: Luciana Ferraz Figueira, enfermeira responsável técnica do Centro de Hemodiálise de Matão.



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