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Rei do Camarote: existem limites para gastos em uma boate?

Por: GABRIELA DE CAMARGO SILVA

27/11/2013

Há duas semanas, a revista “VejaSp” decidiu publicar uma matéria sobre o alto gasto de pessoas em boates paulistanas. Em uma entrevista, o empresário Alexander de Almeida afirmou ter gasto entre trinta mil reais até o “infinito“ em apenas uma noite. Com isso, o vídeo, intitulado como “Os Dez Mandamentos do Rei do Camarote”, em que Alexander fala quais são as principais regras para “se dar bem em uma balada, estando no camarote”, tornou-se um "viral" e muitas críticas apareceram.

Porém, o gasto excessivo de pessoas de todas as idades em festas e boates e a preferência por estar em camarotes aumentam a cada dia, principalmente pelo aparecimento de novas casas noturnas não só em São Paulo, como também no interior do estado.

Somente em Araraquara(SP) e São Carlos (SP), são três boates em cada cidade, e a disputa entre elas e as promoções de bebidas são cada vez mais comuns.

O estudante de Publicidade e Propaganda, Luiz Gustavo Salgado, assume que não vê problema algum em gastar seu dinheiro em baladas. Ele afirma que ao invés de escolher somente uma dose de suas bebidas preferidas na noite, vodka e whisky, ele e seus amigos preferem “fechar combos”, ou seja, pagam por uma garrafa fechada das bebidas, normalmente acompanhadas de refrigerantes ou energéticos. “Faço isso pela praticidade de não precisar toda hora ir até o bar para pegar as bebidas e também pelo preço, pois acaba não compensando comprar várias doses ao invés da garrafa inteira”, comenta.

Salgado também conta que em uma boate, ele e seus amigos preferem ficar no camarote ao invés de ficar na pista e, para isso, pagam um pouco mais caro do que o preço normal estipulado pela casa. “Gosto de ficar no camarote pelo conforto que ele oferece. A pista está sempre cheia e no camarote isso já não acontece. Por conta disso, não ligo de pagar um pouco a mais”, afirma.

Já a estudante Rúbia Santiago pensa um pouco diferente. Ela costuma ir sempre às boates de Araraquara juntamente com os amigos e ao invés de “fechar combos”, ela prefere comprar doses de bebidas. “Gosto de estar na companhia dos meus amigos e para isso sei que não preciso gastar muito em boates e que as doses são suficientes para mim”, explica.

De acordo com ela, o camarote traz sim um conforto maior, porém, a estudante não liga tanto para esse detalhe. “Na maioria das vezes em que vou à baladas, costumo ficar na pista. Prefiro o camarote para datas especiais, como aniversários, despedidas de amigos, para termos um pouco mais de privacidade ou, em alguns casos, em shows que sei que o local vai estar muito lotado. Caso contrário, não vejo problema algum em estar fora dele”, conta.

Festas Open bar são opções para quem não gosta de gastar

Uma grande tendência e que também vem crescendo no interior para quem não gosta muito de gastar em boates, são as baladas “Open bar”, ou seja, os clientes pagam um preço fixo e têm direito de consumir tudo o que for, disponibilizado pela casa noturna. Essa opção, faz com que os consumidores economizem muito. É o caso do estudante Walter Strozzi Filho, que explica que essa economia se deve "porque normalmente, o Open bar, quando vendido antecipadamente, custa muito mais barato e, em uma balada que tenha bebida à vontade, é possível consumir quatro vezes mais e gastar até quatro vezes menos do que em uma festa em que os drinques são cobrados a parte."



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