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Rede pública oferece vacina contra catapora

Por: ANDREIA ROSA DA SILVA

06/11/2013

A catapora embora seja considerada comum, é uma doença muito perigosa e muitas pessoas não da importância sobre a vacinação.É uma doença que se revela com maior frequência em crianças. Na maioria das vezes, apresenta-se cansaço, dor de cabeça, febre e perda de apetite.

Em setembro de 2013 a vacina contra catapora passou ser ofertada pelo Sistema Único de Saúde(SUS)em toda a rede pública de saúde. A vacina é incluída na tetra viral, que protegerá também contra sarampo, caxumba e rubéola.

A nova vacina será ofertada exclusivamente para crianças de 15 meses de idade que já tenham recebido a primeira dose da vacina tríplice viral.

Para receber a dose, as crianças precisam estar com a carteira de vacinação em dia, exigido que já tenham recebido a primeira dose da tríplice viral. "Só podemos imunizar as crianças que estão com o cartão de vacina em dia", afirma a pediatra, Aline Maria, de São Carlos (SP).

Segundo ela, a vacina é segura e raramente causa reações alérgicas. Não haverá campanha de vacinação, pois a vacina tetra viral será disponibilizada na rotina dos serviços públicos em substituição à segunda dose da vacina tríplice viral.

“A catapora aumentou muito nos últimos anos por causa da secura do ar e pelo frio, que permitem uma maior dispersão do vírus”, explica a pediatra

O surgimento da doença é através de feridas pequenas e avermelhadas, que acostumam se apresentar no tronco, rosto, e em alguns casos nas mucosas. Essas lesões evoluem Imediatamente para bolhas e em cerca de cinco dias, começam a cicatrizar. Segundo a pediatra, os adultos são os que mais sofrem com a doença principalmente aqueles que não foram vacinados quando pequenos.

A estudante Eliana Santos, foi contaminada com a catapora já na fase adulta, e acabou ficando em casa por duas semanas. “Meu irmão tinha tido, e eu que cuidei dele. Uma semana depois, apareceu uma bolinha na minha mão e logo se espalhou”, contou.

A transmissão se dá por meio de gotículas ou secreções nasais contendo o vírus, mesmo que os sintomas ainda não tenham surgido. Além disso, a secreção das feridas também é contaminante, até mesmo quando já formaram as “casquinhas”. Há, também, a possibilidade de transmissão de mãe para filho, durante a gestação.

“A doença pode evoluir, para quadros mais graves, como pneumonia, edema, infecção de ouvido, e síndrome de Reye (doença grave, de rápida progressão onde muitas vezes pode ser fatal comprometendo o fígado e o sistema nervoso) e o paciente pode vir a óbito. É importante que os pacientes permaneçam em casa, de repouso, por pelo menos uma semana, para impedir que outras pessoas sejam afetadas. Os pacientes com catapora dever evitar locais muito quentes, manter uma dieta leve rica em líquidos e ficar de repouso”, finaliza a pediatra.



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