Ageuniara

Movimento organiza atos públicos em Jaboticabal

Por: LETICIA DURO DUARTE

21/08/2013

Nascido em 9 de julho de 2013 em Jaboticabal (SP), o movimento “Coletivo Ocupa Jabuka” surgiu para organizar debates, dando voz aos anseios do povo que quer lutar pelos direitos de cidadão.

Segundo o “Coletivo Ocupa Jabuka”, ocupar a Câmara dos Vereadores, a prefeitura, o Ministério Público, as praças e as ruas, ou qualquer lugar público que tenha função social e não esteja cumprindo seu papel, é um dever do grupo, por fazer parte da população. “A precariedade em que nossa cidade se encontra nestas questões remete a importância deste diálogo para nós, visto que este Coletivo existe devido o esquecimento do investimento na Cultura da nossa cidade ”, relata David Rocha, um dos fundadores do movimento.

O grupo organizou um evento no dia 20/8, convidando o Secretário da Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Cesar Esper e o Diretor de Cultura, Abel Zeviani, e toda a população para um debate “Diálogo Cultural” com o objetivo de discutir os termos de direito de participar das decisões políticas culturais da cidade.

Para Esper, esses manifestos são muito importantes para a população. “O povo precisa do povo, o povo precisa de representantes que lutam pelos diretos da população e é importante termos esses tipos de reuniões para tomarmos conhecimento da opinião de todos, as críticas e palpites", diz.

Os temas abordados em reunião tomaram grandes proporções que relatam a reforma da Concha Acústica, um Centro Cultural datado para conclusão em Outubro de 2011. “Trata-se de uma das obras de grande porte do qual foi liberado o dinheiro pelo Governo Federal e os motivos da paralisação são obscuros”, manifesta Rocha.

O diretor de Cultura apoia as críticas relatadas e pede confiança. “É importantíssima essa reunião pelo leque de conhecimentos que isso gera, eu tomei vários conhecimentos sobre grupos artísticos que antes para mim eram desconhecidos. Como diretor de cultura, meu intuito é melhorar a parte cultural da cidade”, declara Zeviani.

O ato de integração do grupo espera uma cultura orgânica, descentralizada, da periferia para um todo. “Como este problema listado existem muitos outros na cidade, que fique claro que não somos rebeldes sem causa, sabemos muito bem pelo o que estamos lutando, legitimamente”, afirma Rocha. Ele ainda ressalta que legitimidade é a palavra certa para o grupo. “É um movimento orgânico sem líderes, que toma decisões usando a democracia sempre ”, reforça. Os demais passos do “Coletivo Ocupa Jabuka” serão decididos numa reunião que acontecerá no próximo sábado (24/8).



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