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Casal é referência na arte do cosplay

Por: WILLIAN MONTEIRO BIZARRO

03/04/2013

Os desenhos japoneses viraram febre no Brasil entre as décadas de 90 e 2000. Os chamados animes (desenhos orientais que se desenvolvem em capítulos e temporadas) e mangás (espécie de gibi japonês, que é lido de trás para frente), se tornaram comuns e muito procurados por crianças e jovens brasileiros.O assunto é levado a sério por muitas pessoas, inclusive na região de Araraquara(SP).

Digno de história cinematográfica. Dois jovens do interior de São Paulo se conhecem em um evento, iniciam um relacionamento, e estão juntos até os dias de hoje.

Isabeli Delascrêa, de 24 anos, é araraquarense, funcionária pública e técnica em moda. Daniel Okada, 26 anos, natural de Matão(SP), é programador e estudante de engenharia. Em comum entre eles, a paixão pelo cosplay, que se tornou a alavanca do relacionamento, que eles mantem até os dias atuais.

Tea Mazaki e Okada-Sama, pseudônimos do casal no mundo do cosplay, se conheceram em um evento.

Segundo Okada, o primeiro encontro entre ambos foi inusitado. “Lembro de ter conhecido a Tea numa caravana para um evento de anime em São Paulo”, diz. “Por algum motivo, ela não me cumprimentou no dia”, comenta, bem humorado.

A versão de Isabeli é parecida. “Foi o primeiro contato que tivemos, e achei que ele fosse metido”, confessa, rindo. “No entanto, tive o prazer de conhecê-lo melhor, nos tornamos amigos e, posteriormente, começamos a namorar. Estamos juntos até hoje”, completa. "Tivemos a oportunidade de nos conhecer no meio daquilo de que mais gostamos", finaliza.

O primeiro contato: nos tempos da Manchete

Os dois têm histórias parecidas quanto ao primeiro contato com os desenhos orientais. “O anime veio desde a infância, dos tempos da TV Manchete. Com o passar do tempo, a paixão só aumentou, e o interesse cresceu. Na época eu já dizia: um dia irei praticar esse hobby”, diz a jovem. “Cheguei a criar minhas primeiras confecções entre amigos, na época dos jogos online, mas minha primeira participação num evento do estilo foi aos 19 anos”, cita Okada.

Quanto aos figurinos, o orgulho é iminente por parte do casal. “Muitos de nossos figurinos são criados e desenvolvidos por nós mesmos. Levamos muito tempo, e o custo é alto, mas vale muito a pena”, diz Tea. “Foram cerca de 65 personagens representados, e cada um é muito especial, guardo todos na memória. Os que mais fazem sucesso, com certeza, são os de animes clássicos e de jogos”, conclui.

“Dá muito trabalho, mas o resultado final é o mais gratificante. É um hobby sagrado, e tenho muito orgulho disso”, complementa Okada. “Foram mais de 30 personagens feitos, todos com muita dedicação”, finaliza ele.

E o trabalho duro rendeu frutos ao casal. “Já participamos de vários festivais, e conseguimos grandes resultados, até mesmo em âmbito nacional”, diz Tea. “Comemoramos cada vitória, e buscamos aprimorar cada vez mais, em busca da máxima semelhança entre cosplayer e personagem”, completa Okada.

A arte do cosplay e a vida do cosplayer

A arte do cosplaytem muitos seguidores, mas também sofre de preconceito por parte da população, que considera a prática infantil. A jovem araraquarense é enfática ao expor sua opinião. “As pessoas não conseguem imaginar o quão maravilhoso é poder se tornar o seu herói ou heroína favorita por algumas horas”, diz. “É mágico, e todos deveriam, ao menos uma vez, fazer um teste. Cosplay é mais que uma paixão, é arte: trazer o mundo imaginário para o mundo real”, finaliza. Okada partilha da opinião dela. “Vivemos nossa realidade, trabalhamos, estudamos, levamos uma vida normal. O cosplay é algo de que me orgulho, e sempre levarei comigo”, completa. Mais informações podem ser obtidas pelo blog http://teamazaki.blogspot.com/

Importância

Segundo informações do site www.pt.wikipedia.org,"o conceito de cosplay nada mais é do que se transvestir de acordo com um personagem de algum anime ou mangá. A arte surgiu durante uma feira de tecnologia americana, na década de 30. Na ocasião, um grupo de frequentadores resolveu visitar o evento com a vestimenta do personagem de um filme. Isso logo se tornou febre, e passou a ser comum nos eventos do ramo tecnológico americano". 

Ainda, de acordo com o site, anos depois, o tema passou a ser alvo de muita curiosidade no Japão, que logo adotou o estilo, na década de 80, e se tornou referência mundial no assunto. "Grupos de fãs dos animes, jogos, mangás e quadrinhos passaram a se multiplicar no estilo, adotando visuais de acordo com seus personagens preferidos", informa o site. 

Conforme o site, desde então, o estilo se espalhou pelo mundo e, no Brasil, não podia ser diferente. A explosão do cosplay se deu entre as décadas de 90 e 2000, principalmente com a difusão dos desenhos e quadrinhos orientais no território brasileiro. (Fonte: site Wikipedia - www.pt.wikipedia.org)



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