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Mudar de profissão exige coragem

Por: MARISTELA CONCEIÇÃO MICALI GALATI

03/04/2013

Escolher uma profissão é tarefa que adotamos desde pequenos. Começamos com médico, professor, cantor, carreiras que estão no nosso dia-a-dia e que aprendemos a admirar. Mais tarde, já na adolescência, tratamos desse assunto com mais seriedade, por ser uma decisão de peso e que está cada vez mais próxima.

Muitas pessoas passam parte de suas vidas pensando em seguir uma carreira e, muitas vezes, acabam optando por outra. Os motivos são inúmeros, pode ser que elas iniciem o curso da profissão desejada e, ao longo dele, não se identifiquem. Ou, até mesmo, porque as oportunidades são outras e, mesmo assim, acabam se identificando e realizando-se profissionalmente.

“Geralmente isso depende muito de cada pessoa. Se, por exemplo, ela está cursando psicologia, no primeiro ano é tudo muito básico, são matérias que no começo assustam e, principalmente, com o passar do ano desmotiva . Mas, existem outros fatores que podem desmotivar a desistir do curso, como questões financeiras, não ter tempo suficiente, no caso de trabalhar e estudar", afirma a taquaritinguense, Amanda Olivério que está no 4⁰ ano de Psicologia.

Para ela, são várias demandas. "No caso dessa pessoa se formar na profissão e, então, perceber que não é o que ela quer, talvez ela desista de trabalhar nesta área. Tudo vai depender do que se sente em relação a isso. Para se trabalhar em alguma coisa, deve haver uma identificação com a profissão, do contrário, não haverá motivação a não ser o financeiro. O que leva a pessoa desistir na maioria dos casos é a falta de motivação”,completa.

A empresária, Bruna Mendonça, também de Taquaritinga(SP), passou por uma situação parecida. “Meus pais são donos de uma fábrica de roupas e, com 16 anos, comecei a trabalhar com eles e aprendi várias coisas, como costura e modelagem. Então, decidi que queria fazer Moda. Comecei a faculdade e me apaixonei pelo curso. Mas, por causa de uma doença na família tive que parar. O que me deixou muito triste”, relata.

Apesar do ocorrido, surgiram novas oportunidades na vida de Bruna, e ela soube enxergar essa nova chance de sucesso profissional e deixar as ideias mantidas por tanto tempo, de lado. “Decidi abrir uma loja de roupas, calçados e acessórios, e hoje amo o que faço. Estou prestes a abrir minha terceira filial. Talvez, se tivesse seguido a carreira de estilista como eu sonhava, não seria tão feliz. Temos que escolher nossa carreira quando somos muito jovens e não conhecemos na prática como funciona a profissão escolhida”, observa.“Considero-me uma mulher de sorte, pois trabalho no que amo e por isso trabalho muito”, confessa.



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