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Comunicados Oficiais - UNIARA (COVID-19)

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Araraquara vive epidemia de violência

Por: JEAN DAVID GARBINI CAZELLOTTO

26/08/2011

Não é de hoje que a violência existe no mundo. Mas o que vemos cada vez mais é a violência se alastrando por todo o mundo. Pais matando filhos, filhos que matam os pais, vidas inocentes sendo destruídas por dinheiro e o valor é insignificante. Afinal, qual é o valor da vida?

A violência está presente e, enaltecida pelas mídias, cada vez mais conhecida também. Dados revelam que, em Araraquara, o maior índice registrado na cidade é de furtos e outros pequenos crimes que até o dia 26 de agosto, totalizaram 1.432 casos.

Em segundo lugar fica a "Lesão Corporal Dolosa" (ferimentos provocados intencionalmente em brigas). Foram 630 casos registrados. Outro grave registro na cidade e região é a violência causada pelo trânsito. São 224 ocorrências por lesão corporal culposa (aquela que não há a intenção de ferir ou machucar) por acidente de transito.

Os estupros registrados na cidade chegaram a 26 casos. Por desinteligência, até o encerramento da matéria, foram 61 chamadas. As ocorrências por desinteligências são as brigas dentro das residências, brigas de rua, de trânsito, ou agressões praticadas em bares.

Esses números são alarmantes e mostram o quanto precisa-se de reforço para a diminuição de violência de qualquer tipo. De acordo com Valdecir Melo, comerciante que já foi assaltado várias vezes a mão armada, a solução para a diminuição da violência é única e exclusivamente a conscientização e algum tipo de lazer para essas pessoas. “Se houvesse alguma coisa para essas pessoas fazerem não haveria tempo para tanta coisa errada”, imagina.

De acordo com a psicóloga Geisa Rubiatti, o que mais leva uma pessoa para a violência é a vinculação dela com a sociedade. Explica-se que a família tem alguma parcela de culpa na transformação dessa pessoa a ser mais ou menos agressiva, porém é a sociedade que molda essa pessoa, são as companhias que a pessoa leva durante sua vida e suas influências.

A psicóloga Geisa ainda comenta que a violência tem aumentado, porém a repercussão deveria ser maior. “A diferença entre um avião cair e matar duzentas pessoas de uma só vez e mais de duzentas mortes por dia nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, decorrentes de violência, é a repercussão na mídia. A conscientização e a prevenção da parte do governo para a população ainda é o melhor remédio”, acredita Geisa.

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