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Marcha da Liberdade movimenta São Carlos e Araraquara

Por: PAULA DOS SANTOS

24/06/2011

A “Marcha da Liberdade”, que causou polêmica após a repressão da Polícia Militar em São Paulo, movimentou São Carlos e Araraquara no último sábado, dia 18 de junho. A passeata, que também é conhecida como “marcha da maconha”, aconteceu em cerca de quarenta cidades brasileiras simultaneamente.

Em Araraquara, a marcha foi realizada na Praça Pedro de Toledo e começou às 14 horas, reunindo cerca de quarenta pessoas. Em paralelo, a marcha foi realizada em São Carlos a partir das 11 horas, indo da Praça do Mercado até a Estação Comunitária do Jardim Gonzaga. Reuniu cerca de trezentas pessoas, a maioria estudantes universitários.

A marcha divide opiniões nas cidades, já que não protesta por alguma causa especifica e sim por um conglomerado de ideias. Em ambas as cidades, os manifestantes levaram faixas e cartazes. Em São Carlos, também havia um carro de som e a Polícia Militar acompanhou toda a passeata, porém, não registrou nenhuma ocorrência.

O movimento utiliza o bordão “Em casa, somos um. Juntos, somos todos!” para incentivar que as pessoas se organizem para lutar por diversas causas. Os participantes são ambientalistas, que lutam contra o novo código ambiental; os vegans, que batalham contra as pesquisas com animais; ou mesmo grupos que lutam contra o preconceito, o racismo ou simplesmente querem expressar sua arte ou música.

Apesar de ser conhecida por lutar pela descriminalização do uso da maconha, a Marcha da Liberdade tem o propósito de protestar a favor da liberdade de organização e expressão, contra a repressão e a violência policial em qualquer âmbito da sociedade e contra o conservadorismo que pauta o Judiciário e o Estado.

O projeto gerou muita polêmica no país, já que era associado com a maconha e acusado de fazer apologia ao uso de drogas. Entretanto, na última quarta-feira, dia 15, o Supremo Tribunal Federal autorizou a passeata e levou em consideração que é uma forma de liberdade de expressão e que não faz apologia ao crime, porém, foi ressaltado que o consumo de maconha continua proibido no país, inclusive durante a marcha.

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