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Brasil é referência mundial em Nanoarte

Por: MARCOS EMMANUEL MAIA DE OLIVEIRA

18/05/2010

A Nanoarte é um movimento artístico recente, com base na nanotecnologia, que possibilita a criação e visualização de imagens em nanoescala, ou seja, com dimensão inferior a 100 nanômetros. Tais imagens são obtidas por intermédio de microscópios eletrônicos de alta precisão. Os pesquisadores desenvolvem desenhos moleculares atômicos,chamados por eles de paisagem,utilizando-se de processos químicos e físicos.

No Brasil, o trabalho é desenvolvido por pesquisadores e alunos do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia(INCTMN) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)e Universidade Estadual Paulista (UNESP)orientados pelo doutor em Física e Química,Elson Longo,que é coordenador do Instituto.

Segundo Longo,a NanoArte é uma disciplina nova e se realiza através de intersecções de ciência, arte e tecnologia.“O objetivo, além da arte, é proporcionar um melhor entendimento das origens dos materiais”, completa.

Longo também afirma que outro ponto importante do projeto é estimular a curiosidade científica e popularizar a dimensão ultramicroscópica dos materiais.

Segundo Ricardo Tranquilin, doutorando em Ciências dos Materiais, o grupo desenvolve o trabalho da NanoArte desde 2008.“Começamos a trabalhar com imagens em preto e branco e com o desenvolvimento das pesquisas passamos a trabalhar com imagens coloridas”,explica.

O trabalho se dá através da manipulação de materiais cerâmicos diversos, reduzidos em escalas moleculares. "Através de processos químicos e físicos, chega-se ao resultado esperado", afirma Tranquilin. Segundo ele, a visualização das obras é feita através de microscópios de altíssima resolução.

Um concurso internacional de NanoArte foi organizado pelo pesquisador e docente norte-americano Cris Orfescu, da Universidade de Nova Iorque(EUA) e reuniu participantes de 16 países: Alemanha, Brasil, Canadá, Eslovênia Estados Unidos, Itália, Romênia, Holanda, Filipinas, México, França Grécia, Inglaterra, Irlanda, Uganda e Luxemburgo. No total, foram expostas 15 imagens elaboradas pelos técnicos brasileiros do INCTMN, Rorivaldo Camargo, Ricardo Tranquilin e Daniela Caceta, com orientação de Elson Longo.

As obras de Ricardo Tranquilin e de Daniela Caceta conquistaram o segundo e quarto lugares, respectivamente, na Mostra Internacional 2009-2010. Foi a primeira vez que um grupo brasileiro participou desse concurso, e já obteve excelentes resultados.

“Das dez imagens mais vistas pelos internautas, oito são dos pesquisadores/artistas brasileiros.”, completa Tranquilin.Os trabalhos podem ser vistos no site http://www.nanoart21.org/.



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