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Novos profissionais expõem panorama das artes digitais

Por: RENATO DIEGO ALVES DE JESUS

22/09/2009

O FILE – FEstival Internacional de Linguagem Eletrônica, que mostra ao público as novas criações na área das artes e tecnologias digitais, terminou, em São Paulo, no dia 20 de setembro. O evento, que está em sua 10ª edição, expôs trabalhos nacionais e estrangeiros, buscando tornar o conceito de “arte interativa” mais amplo para o grande público, que ainda não entende as dimensões e diversas definições que o tema pode ter.

A partir da década de 70, profissionais começaram a usar ferramentas tecnológicas antes indisponíveis ou pouco avançadas para expressarem-se artisticamente ao redor do mundo. Artistas multimídia ambiciosos como Galloway, Rabinowitz e o coreano Nam June Paik, entre outros, realizavam experimentos com satélites, câmeras, televisores que quebravam as aparentes “regras” no uso de objetos de caráter eletrônico até então. Esses movimentos se popularizaram conforme os apetrechos se tornavam mais acessíveis e manifestações começavam a ocorrer.

“O público é muito interessado, mas ainda está longe de entender como funcionam certos aspectos”, concorda a designer de interface e interação Graziele Lautenschlaeger. Formada em Imagem e Som pela Ufscar, em São Carlos, é uma das expositoras da feira, com o experimento interativo/narrativo “Don´t Give Up!” (saiba mais abaixo). Ela justifica que todos se sentem animados com trabalhos diferenciados, mas a cultura digital ainda é bastante elitizada.

Festivais como o FILE são organizados no exterior há décadas, mas somente nos últimos anos eventos como este tornaram-se mais constantes no Brasil. Para que esse nicho se desenvolva, é essencial que o público seja receptivo, e isso só acontece se forem incentivados pelo contato mais direto com essas linguagens e pelas possibilidades de conhecê-las intimamente. Sem essa abertura, a principal característica das artes interativas perde-se completamente.

“Na minha opinião, toda obra de arte possui um grau de interatividade”, diz Luan Granzotto, 21 anos, videomaker, técnico de som e quartoanista do curso de Imagem e Som, também da Ufscar. “Algumas, porém, precisam da ação direta do espectador para se transformarem. Ela está no cerne da obra”, justifica. Os entrevistados concordam que, sem a participação do público, as artes interativas não poderiam nem mesmo ser assim chamadas.

Veja mais sobre arte digital na matéria a seguir.

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