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São Carlos implementa programa de preservação e uso da água

Por: RAFAEL FERREIRA DOS SANTOS

02/09/2008

O programa de preservação e uso racional da água começou a funcionar no mês de agosto, em São Carlos. A primeira iniciativa é a verificação dos hidrômetros instalados na cidade como forma de garantir a precisão na leitura.

Caso o hidrômetro apresente problemas, será trocado sem qualquer custo para o consumidor, informa Eduardo Cotrim, diretor do SAAE. Paralelamente, os moradores podem obter esclarecimentos sobre o uso consciente da água num posto de informações instalado numa viatura que percorre os bairros.

“O projeto de uso racional e desperdício zero é um objetivo que nós estamos buscando para garantir melhor qualidade de vida para nossa população”, declarou Cotrim.

Com recursos da prefeitura, o programa que o SAAE está lançando tem o objetivo de continuar garantindo que 100% da população de São Carlos tenha acesso a água de qualidade, evitando desperdícios.

A água consumida em São Carlos é captada no Córrego Monjolinho, no Ribeirão do Feijão e em 22 poços artesianos.

A cidade possui duas estações de tratamento de água. Uma, localizada no Centro Empresarial de Alta Tecnologia(CEAT), trata cerca de 200 mil litros por hora. Além de abastecer o centro empresarial também abastece o bairro Cidade Aracy. A outra estação se localiza no centro da cidade, trata em torno de 194 mil litros por hora, distíbuida principalmente nos bairros mais centrais.

Para complementar o abastecimento, a cidade possui 22 poços de produção de água subterrânea, localizados em vários pontos da cidade. Esses poços são responsáveis em fornecer praticamente metade da água consumida na cidade.

Tanto a água captada na superfície quanto a que vem dos poços profundos, após tratamento é enviada a 27 reservatórios, de onde é distribuída para a rede de abastecimento.

As estações de tratamento verificam a qualidade da água analisando os parâmetros turbidez, cor, pH (potencial hidrogêniônico), coliformes e o cloro.

Quando as amostras da rede de distribuição apresentam resultados fora dos padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde, são executadas ações corretivas para o restabelecimento do padrão de qualidade, o que inclui a realização de novas análises, informa Eduardo Santini, diretor da Vigilância Sanitária de São Carlos.

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