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Mortes por febre amarela preocupam a população de Rincão

Por: FERNANDO SCHIMIDT PEREIRA

28/06/2008

O registro de duas mortes por febre amarela em São Paulo, deixou a população de Rincão, interior do estado, preocupada. O motivo do alarme é que uma das vítimas, Sandro Vivaldini, de 39 anos, teria passado mal no município. Após ter sido atendido pelo pronto socorro local foi encaminhado para a cidade de Araraquara, onde morreu três dias depois.

Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, há oito anos não havia registros de mortes de vítimas da doença. Acredita-se que os pacientes foram contaminados na região rural de Luiz Antonio, a 275 km da Capital, que fica próximo à reserva estadual ecológica de Jataí.

As ações de vigilância estão sendo executadas em conjunto pela Coordenadoria de Controle de Doenças, Centro de Vigilância Epidemiológica, Instituto Adolfo Lutz, Grupos de Vigilância Epidemiológica (Ribeirão Preto e Araraquara), Superintendência de Controle de Endemias da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Secretarias Municipais de Saúde e Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

De acordo com o Departamento Municipal de Saúde da cidade de Rincão, não há casos autóctones no município e, por isso, a população pode ficar tranqüila. Porém todas as medidas de proteção estão sendo tomadas pelo órgão de saúde.

Segundo informações do Departamento, foi realizado um bloqueio vacinal em cem por cento das pessoas que vivem em local de risco, especificamente na área ribeirinha, às margens do rio Mogi-Guaçu. A população da cidade está sendo imunizada gradativamente e cerca 5.870 pessoas já foram vacinadas.

Mas, Maria Angélica Montovanelli, assessora municipal na área da saúde, adverte que a população deve ficar alerta, pois as medidas de contenção da Febre Amarela são idênticas às da Dengue. “Cabe aos cidadãos grande parte da responsabilidade para a não urbanização da doença. Todos devem manter limpos seus quintais e eliminar criadouros de larvas.”

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