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Sociedade não está preparada em lidar com a TPM

Por: JOICE MARA PIROLA

23/04/2008

A Mestre em Educação Especial, Sandra Mara Fulco Pirola, não espera muita tolerância das pessoas, quando o assunto é Tensão Pré-Menstrual(TPM), mas se tivesse que pedir algo a elas, pediria que fossem mais passivas, pois trata-se de um período.

A necessidade de um tratamento é fortemente enfatizado por Sandra. Ela ainda ressalta que já buscou tratamentos para diminuir seus sintomas de tensão, mas não os considerou adequados,já que o uso de antidepressivos era intenso, enquanto que ela, a paciente, deveria passar apenas por processo terapêutico.

“Se eu fosse envolvida na política, eu colocaria em votação um projeto de lei que aprovasse a dispensa do trabalho durante este período. É muito sacrificante para a mulher, doloroso, as mulheres perdem a cabeça nesse período”, diz ela.

Segundo o advogado, Gustavo Gonçalez, existe um artigo no Código Penal Brasileiro que diz que no Brasil a mulher só é absolvida quando mata o filho,logo após o nascimento.

O advogado Douglas Rogério, afirma que não existe sequer pena menor nesse caso específico. Segundo ele, no Brasil 40% dos crimes já são cometidos por mulheres e que, para ajudar nesta causa, para torná-la mais justa, deveria haver um programa de governo para tratamento obrigatório às mulheres acima de 25 anos. “Os casos de suicídios seriam bem menores”, observa o advogado.

Segundo a Assistente Social, Valéria Maria Ferraz Moreira, da Fábrica de meias Lupo de Araraquara(SP), atualmente não é desenvolvido nenhum programa interno de TPM para as mulheres, mas disponibilizam um ambulatório dentro da empresa, no qual um ginecologista fica à disposição para qualquer problema ginecológico ou, até mesmo, psiquiátrico que a mulher possa vir apresentar.“Não é um programa, mas já serve como um estímulo ao tratamento”,diz a Assistente Social.



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