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SESA registra 150 casos de ataques de animais em 2007

Por: ALISSON MONTEIRO SILBERSCHMIDT

01/03/2007

Os ataques de animais "violentos" aumentaram nos últimos anos.A consequência são pessoas feridas e algumas chegam até a morte.Em Araraquara(SP), desde janeiro de 2007 até agora,segundo o Serviço Estadual de Saúde de Araraquara(SESA),aconteceram aproximadamente 150 ataques de animais com vítimas na cidade.

Algumas leis são objetivas em relação a animais que apresentam um comportamento mais agressivo. Por exemplo: esses animais, como Pitbull, Rotwailler, entre outros, quando passeiam com seu dono, em meio urbano, devem estar de focinheira e presos na coleira. Quem for atacado, por um cão, também pode abrir um processo criminal contra o dono do cachorro e tentar uma indenização por danos morais e materiais.

Apesar dessas leis existirem, nem sempre são cumpridas, pois os donos que levam seus cachorros para passear não se preocupam com a focinheira e os animais passeiam livremente pelas ruas, sem a guia.

“São cães que têm índole mais forte. Se forem tratados de maneira correta, o instinto de violência deles diminui. Mas, se forem tratados de forma violenta existe uma grande possibilidade deles se tornarem violentos”, diz o veterinário Eduardo Henrique Porta, de Araraquara.

Alberto Soares é dono de um cão da raça Pitbull.“Nunca tive problemas com meu cão, ele é dócil e nunca mordeu ninguém da família.Acredito que o comportamento agressivo ou não do cão se dá ao fato de como foi domesticado e como foi criado", observa.

Para Soares se o cachorro é criado de forma dócil e carinhosa não tem como se tornar agressivo."Porém, quando o dono utiliza métodos violentos para repreender seu cão, durante o crescimento,as probabilidades do animal apresentar um comportamento mais violento são maiores", ressalta.

A.R., uma dentista que mora no Jardim Botânico,e que prefere não se identificar, passou por uma experiência que não vai esquecer tão cedo.Dois cães da raça Rotweiller, da casa vizinha, invadiram o seu quintal e atacaram suas duas cachorras. Várias pessoas levaram cerca de 30 minutos para apartar a briga.Resultado: os animais da dentista foram parar no veterinário, com ferimentos considerados graves.

Além dos gastos e do tempo que a dentista teve que dedicar à recuperação de suas cachorras uma outra conseqüência restou da violência: o trauma por animais soltos na rua.

Por causa do ocorrido, A.R. não leva mais suas cachorras em vias públicas.“Antes de abrir o portão da garagem, para entrar ou sair, observo se tem algum cachorro na rua. Nunca mais quero passar por essa experiência”, desabafa.

Em meio aos ataques desses animais violentos a discussão sobre a comercialização ou não desses animais está longe de acabar. As leis existentes hoje não são seguidas e nem cumpridas.E na Justiça os processos levam anos para serem concluidos. Enquanto isso, o noticiário policial continua destacando novos casos.



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