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Exame da OAB preocupa advogados

Por: MATHEUS RODRIGUES VIEIRA

19/04/2006

Após o final do curso de Direito, os formandos prestam a prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O Exame é obrigatório para os bacharéis que desejam atuar como advogados. Sem a carteirinha da OAB, os formados também não podem assumir cargos em concursos públicos que exijam experiência em advocacia, porque, legalmente, não puderam tê-la.

Quem é reprovado no exame não pode advogar no Brasil, mas pode exercer outras funções que exijam apenas o diploma de bacharel em direito. Pode, por exemplo, prestar concursos públicos que requeiram nível superior ou ainda concorrer à Promotoria ou à magistratura. É possível prestar o exame até conseguir a aprovação, já que não há número limite de tentativas.

Essa avaliação obrigatória têm sido o terror dos bacharéis, bicho-papão dos futuros profissionais de Direito. As reprovações em massa são devastadoras.

Depois de cinco anos na Universidade e outros anos de estágios obrigatórios, o estudante vê-se de “calças-curtas” no enfrentamento do conhecido "Exame da Ordem".

Segundo dados divulgados pela OAB-SP,em Araraquara (SP), este ano , apenas 16,62% dos inscritos corresponde a 62 candidatos dos 373 inscritos.

Em todo o Estado de São Paulo verificou-se o baixo índice de aprovação: dos 28.322 bacharéis inscritos, apenas 3.128 foram aprovados, o que corresponde a 11,42%. É o segundo pior resultado da história da prova implantada a 35 anos.

Estudantes dedicados e com base sólida nos conteúdos acadêmicos da teoria do Direto, resolvem sem traumas a transição de bacharel para Advogado e logo conseguem a Carteira Vermelha da Ordem.

Outros não têm a mesma sorte. Sucumbem na primeira tentativa e como círculo vicioso acabam se alongando nas provas bimestrais e levando outras reprovações.

“Meu sonho sempre foi ser advogado e isso era um orgulho para minha família , só que enquanto fazia faculdade , eu trabalhava das 9h às 18h , quase não me restava tempo para estudar.Hoje estou a três anos tentando passar e neste ano ingressei num curso para me ajudar", lamenta Sérgio Machado , formado há três anos , mas sem sucesso na prova.

Os cursinhos preparatórios seriam uma saída para o impasse, uma vez que os cinco anos de estudos e estágios nada adiantaram na formação do profissional. Contudo, dois meses de preparação acabam se tornando um tempo muito pequeno.

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