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COMUNICADO

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Queda do dólar não afeta exportações da região

Por: EDUARDO MANSO IMPARATO

14/03/2006

Apesar da crescente queda do dólar, o cenário econömico da região de Araraquara por enquanto é positivo. As exportações que normalmente deveriam ser prejudicadas, obtiveram, no ano passado, aumento de 25,6% em relação a 2004.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em 2004 foram exportados pela região de Ribeirão Preto um total de U$ 2,49 bilhões (R$ 5,28 bilhões de reais), contra U$ 3,13 bilhões (R$ 6,63 bilhões) no ano passado. O resultado se deve à exportação de novos produtos e à entrada de novos municípios nesse mercado, que passou de 47 cidades em 2004 para 51 no último ano.

O desempenho da região é mais uma vez liderado por Araraquara com 17,40% das exportações, graças ao seu suco de laranja concentrado. Somente a Cutrale foi responsável direta por 30% da produção mundial, o que significa que, de cada dez copos de suco de laranja consumidos no planeta, três saem dos pomares dessa região.

No ranking nacional, Araraquara figura na 43ª posição entre todos os municípios brasileiros. Na lista das cem maiores cidades exportadoras do país, a região tem mais dois municípios, Matão na 47ª posição e São Carlos na 69ª, graças à laranja e aos equipamentos tecnológicos, respectivamente.

Segundo o secretário da Fazenda de São Carlos, Gilberto Perre, “as exportações ajudam muito os municípios, pois elevam a renda per capta. Com esse crescimento a produção aumenta e as empresas necessitam cada vez mais de mão de obra especializada, o que gera postos qualificados nos municípios, aquecendo até mesmo o mercado imobiliário”.

Se as exportações, contrariando o dólar, seguem crescendo, as importações, também contrariando a valorização do Real, sofreram uma queda de 16,07% no último ano.

São Carlos que se destaca no ranking de exportação aparece muito bem no ranking de importação, liderando a região com U$ 89,9 milhões, graças à Tecumseh e à Volkswagen. Ribeirão Preto e Araraquara vêm logo a seguir com U$ 59 milhões e U$ 23,8 milhões, respectivamente.

A moeda americana segue caindo e batendo recordes frente ao nosso “valorizado” Real, porém, o mercado continua em alerta esperando o que possa acontecer num ano em que, provavelmente, as eleições devem ditar o ritmo da economia até o final do ano.

As empresas serão obrigadas a se adaptar ao cenário da moeda nacional valorizada. Com o dolar valendo pouco mais que R$ 2,00 está se criando uma incerteza junto aos exportadores. Eles temem investir no aumento da produção e não conseguir continuar colocando seus produtos nos mercados mudiais, enquanto o consumidor médio tende a comprar mais produtos importados, reduzindo, ou até eliminando o superavit agé agora registrado, alerta o economista da UFSCar, Luiz Fernando Paulilo.

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