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Alimentos diet e light confundem consumidores

Por: FERNANDO HENRIQUE MARTINS DA SILVA

08/12/2005

Desde que começaram a ser comercializados, os alimentos diet e light confundem os consumidores quanto a sua utilização e propriedades nutricionais.

A maioria dos usuários associaram esses produtos como sendo de baixo valor calórico e, conseqüentemente, permitidos para as pessoas que precisam ou desejam perder os quilos extras.

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o termo diet pode ser usado em apenas dois tipos de alimentos. Primeiro, nos específicos para dietas com restrição de nutrientes como carboidratos, gorduras, proteínas e sódio. Também nos alimentos para dietas com ingestão controlada de alimentos, para controle de peso ou de açúcares, por exemplo.

A nutricionista Roberta Stela salienta que é importante ficar claro que, nem todos os alimentos diet apresentam diminuição significativa na quantidade de calorias e, portanto, devem ser evitados pelas pessoas que querem emagrecer.

“Um exemplo clássico, é o chocolate diet que apresenta teor calórico próximo do chocolate normal. O chocolate diet é indicado para as pessoas diabéticas, pois é isento em açúcar e não para as que desejam reduzir de peso, já que no chocolate diet há uma maior adição de gordura o que faz com que o seu valor calórico se aproxime do chocolate normal”, justifica.

Em contrapartida. a definição de alimento light deve ser empregada nos produtos que apresentem redução mínima de 25% em determinado nutriente ou calorias comparado com o alimento convencional.

Para que ocorra a redução de calorias é necessário que haja a diminuição no teor de algum nutriente energético como carboidrato, gordura e proteína.

Stela diz então que, dessa maneira, a primeira diferença entre o alimento diet e light está na quantidade permitida de nutriente. “Enquanto que o diet precisa ser isento, o light deve apresentar uma diminuição mínima de 25% de nutrientes ou calorias em relação ao alimento convencional”, fala.

A segunda diferença é conseqüência da primeira: o alimento light não é, necessariamente, indicado para pessoas que apresentem algum tipo de doença como diabetes, colesterol elevado, celíacos ou fenilcetonúricos. Se o alimento light apresentar eliminação do nutriente, por exemplo, açúcar, poderá ser consumido pelos diabéticos.

A dona-de-casa Maria Aparecida Grecco, 60, é diabética e conta a importância de prestar atenção nos rótulos. “Desde que descobri minha diabetes tomo cuidado na alimentação. Ainda mais que a diferença entre diet e light causa confusão, a atenção tem que ser redobrada”, conclui.



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