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Nova síndrome antecede obesidade

Por: BRUNA MARIANE BOTTURA

27/11/2004

O transtorno do comer compulsivo, caracterizado por episódios de ingestão exagerada e compulsiva de alimentos, tem se destacado como a síndrome que, embora diferente, pois não tenta evitar o ganho de peso com métodos compensatórios, antecede a bulimia nervosa.

As pessoas, com essa síndrome, quase sempre são obesas e apresentam variações de peso por usarem os alimentos para lidar com problemas psicológicos, além de sentirem a sensação de falta de controle sobre o ato de comer, seguidos de culpa e de vergonha.

Segundo a nutricionista Denise Malachias, a causa da síndrome é desconhecida, mas o transtorno se desenvolve a partir de fatores biológicos e individuais, por isso o tratamento deve ser acompanhado por uma psicóloga.

"O objetivo do tratamento é o controle dos ataques de comilança através de técnicas comportamentais e de um acompanhamento nutricional para estabelecer uma alimentação mais saudável", ressalta.

Além da alimentação balanceada, a atividade física é recomendada por apresentar uma série de benefícios para o paciente como diminuição do apetite, aumento da ação insulina, melhora do perfil de gorduras e melhora no auto-estima.

Muitas pessoas com a síndrome do transtorno do comer compulsivo têm como principais complicações médicas pressão alta, aumento do colesterol, diabete, doenças cardíacas e podem apresentar alto grau de desidratação, já que não suprem as vitaminas e nutrientes necessários para o organismo.

De acordo com a psicóloga Maria José Bove, para a eficácia do tratamento e da reeducação alimentar, o lazer, bons relacionamentos afetivos e uma estrutura familiar organizada têm que estarem inclusos nas condições de vida do paciente.

"As pacientes relatam que a raiva, o tédio, a ansiedade e sentimentos de tristeza ou preocupação desencadeiam os episódios de comilança", afirma a psicóloga.

Pesquisas comprovam que os regimes extremamente restritos podem piorar o transtorno, portanto o acompanhamento clínico nutricional, seguido por uma dieta balanceada, de acordo com as necessidades de cada paciente, é necessário, pelos riscos da obesidade e das alterações metabólicas.



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